quarta-feira, 27 de junho de 2012

Índice Glicêmico


Associação Brasileira de Nutrologia traz algumas informações.
"Índice Glicêmico dos Carboidratos: (GI)

Denomina-se Índice Glicêmico a velocidade com que cada carboidrato é digerido, absorvido e transformado em glicose. Tal velocidade varia de acordo com a quantidade e composição do carboidrato. Quanto mais alta for a velocidade de um carboidrato ao ser convertido em glicose no nosso organismo maior será seu índice glicêmico.
 (Alimentos que se convertem vagarosamente e de maneira constante são considerados de baixo IG (Índice Glicêmico), esses alimentos tem um valor menor que 55 em uma escala de 1 a 100) Alimentos que se convertem de maneira rápida são considerados de alto IG.Qualquer alimento que possua um Índice Glicêmico maior que 70, já é considerado digno de risco.

Alimentos com alto IG aumentam mais rápido a glicemia seguida de uma queda da mesma, que também ocorre de maneira rápida. A excessiva quantidade de glicose extracelular vai acarretar, a nível pancreático, uma liberação de insulina que se faz de maneira rápida e em grande quantidade. Tal fenômeno propicia um grande afluxo de glicose intracelular e a queda súbita da glicemia. A quantidade em excesso de glicose dentro da célula é transformada e "guardada" sob a forma de gordura. A queda súbita da glicemia, por sua vez, nos deixa ansiosos por outra refeição.
Portanto, reduzir o Índice Glicêmico dos carboidratos deve ser uma preocupação constante, para a manutenção de seu peso e de sua saúde Durante muitos anos o valor do índice glicêmico foi questionado. Atualmente, vários estudos têm demonstrado o benefício de dietas com alimentos com baixo índice glicêmico tanto no controle da glicemia como na melhora do perfil lipídico. “
Uma das primeiras tabelas foi publicada no Am J Clin Nutr. 1995:62:871S-93S, com aproximadamente 600 alimentos.
Segue abaixo link para acesso a tabela internacional de indice glicêmico atualizada

Leitura recomendada


Melhora na resistência à insulina com o exercício aeróbio: uma abordagem lipocêntrica.
Medicine & Science in Sports & Exercise, 2004.
BRUCE, C. R., and J. A. HAWLEY.

Visões tradicionais sobre a desordem metabólica subjacente da resistência à insulina e diabetes tipo 2 tem sido amplamente glicocêntrica” in nature”, focando no estado hiperinsulinêmico e/ou hiperglicêmico, que resulta de tolerância à glicose prejudicada (intolerância à glicose). Mas além da intolerância à glicose há um descontrole coordenado na dinâmica lipídica em indivíduos com resistência à insulina, manifestada pelos níveis elevados de AGL circulantes, taxas reduzidas de oxidação lipídica e excesso de acúmulo lipídico no músculo esquelético e/ou fígado. Esta revisão examina a premissa de que uma superabundância e/ou acumulo de lipídio inibe diretamente a ação da insulina sobre o metabolismo da glicose via mudanças ao nível de competição do substrato, regulação enzimática, sinalizador intracelular e/ou transcrição genética. Se uma desordem na dinâmica lipídica seja causal no desenvolvimento de resistência à insulina (razoavelmente quanto um fator de coincidência resulta disto), pode ser possível demonstrar que intervenções que melhorem a homeostase lipídica causam mudança recíproca na sensibilidade à insulina. Conseqüentemente, a eficácia do treinamento de endurance aeróbio em humanos em mediante a associação entre a resistência à insulina e o metabolismo dos lipídios desordenado será examinado. Será demonstrado que o treinamento com exercícios aeróbios é uma estratégia de intervenção primária efetiva e potente na prevenção e tratamento de indivíduos com resistência à insulina. 

Roteiro para Interpretação de Artigo Científico


GRUPO DE ESTUDO EM FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO CLÍNICO:
    Prof. MSc.  Antonio Marcos Motta

ROTEIRO PARA INTERPRETAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO:

TÍTULO:                   AUTORES:               INSTITUIÇÃO (ÕES):
NOME DO PERIÓDICO:   VOLUME:                 ANO:              NÚMERO:     ETC...

-Descreva resumidamente qual é o assunto (idéia central) do artigo escolhido. (“sobre o que foi o trabalho”?).
-Qual (is) foi (ram) o(s) objetivo(s) do estudo?
-Quais foram os procedimentos (métodos) utilizados no estudo para se atender ao objetivo proposto?
-Quais foram os resultados e discussão mais importantes?
-Qual (is) foi (ram) a(s) conclusão (ões) do estudo?
-Quantas referências bibliográficas foram consultadas/citadas neste estudo?
-Faça uma crítica/comentário construtivo – se existem pontos falhos, o que poderia se melhor delineado/investigado etc. – JUSTIFIQUE SEUS COMENTÁRIOS.
-Qual (is) é (são) a(s) aplicação (ões) ou importância dos resultados de seu estudo? Faça um comentário sobre isto.
-O que você faria de diferente (ou complementaria) se fosse você o autor do estudo?

Pirâmide do Exercício

Seguir a pirâmide de exercício é uma maneira saudável e sem efeitos colaterais contra a prevenção da obesidade e outras doenças crônicas degenerativas.